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Domingo, Julho 31, 2005
Tava demorando Realmente... ela é muito fraquinha...
Servido pelo Feio às
18:04
Sexta-feira, Julho 29, 2005
E na eletrola do Boteco Mamãe Passou Açúcar Em Mim Wilson Simonal
Eu sei que tenho muitas garotas Todas gamadinhas por mim E todo dia é uma agonia Não posso mais andar na rua, é o fim Eu era neném Não tinha talco Mamãe passou açúcar em mim
Servido pelo Feio às
19:53
Quarta-feira, Julho 27, 2005
Abre um parêntis Não gosto de discutir política aqui, mas... lendo uma dica do Ranzinza, li esse colunista aqui e transcrevo pra vcs, com a palavra, Élio Gaspari:
A coligação PT-PSDB-PFL ELIO GASPARI
É dura a vida da choldra. O comissariado petista é apanhado comendo com a mão, guardando dólares na cueca, e o presidente da República resolve ensinar aos cretinos que “o PT fez, do ponto de vista eleitoral, o que é feito no Brasil sistematicamente”. Ou seja, fizemos o que os outros fizeram. Mama quem pode e obedece quem tem juízo.
Passam uns dias e a patuléia fica sabendo que o deputado Roberto Brant, ex-ministro do tucanato aninhado no PFL, foi beneficiário de uma valeriana de R$ 150 mil. O doutor recebeu a pronta e irrestrita solidariedade do seu partido. Nada de novo, em 1999 o pefelê levou seis meses para expulsar o deputado Hildebrando Paschoal, aquele cujos sequazes esquartejavam as vítimas com serras elétricas. Brant foi para o ataque: “Quem não tiver recebido dinheiro não contabilizado, que atire a primeira pedra.”
A patuléia aprendeu duas lições:
O PT fez o que todo mundo faz.
O PFL faz o que todo mundo faz e ninguém tem autoridade para criticar o doutor Brant.
O terceiro ensinamento veio com a revelação de que em 1998 a coligação que batalhava pela reeleição do governador mineiro Eduardo Azeredo foi bafejada por um empréstimo valeriano de R$ 11,7 milhões, tomado no Banco Rural, igualzinho ao de 2003 para o PT. Azeredo é hoje um grão-tucano, presidente do PSDB. Respondeu à denúncia com uma aula: “Passaram-se três eleições, não faz sentido discutir uma campanha de 1998.”
Ou seja: malfeitoria de tucano prescreve em sete anos e “não faz sentido” nem lembrar o assunto.
Lula, Brant e Azeredo comportam-se como se fossem marqueses numa ilha tropical, fazendo à patuléia o favor de governá-la. A corrupção eleitoral não os diferencia. Pelo contrário, os associa. Juntam-se na cobiça do andar de cima e no descaso pelo andar de baixo.
Eles não generalizam a prática da malfeitoria com o propósito de combatê-la, mas para impô-la. Lula, Brant e Azeredo tratam as maracutaias contábeis como se elas fossem um acidente geográfico: o Pão de Açúcar fica à esquerda de quem entra na barra e minha prestação de contas é uma fantasia aritmética. Tratam o assunto com a arrogância de coronéis do sertão, mas falta-lhes a coragem para dizer essas coisas durante as campanhas eleitorais.
Se o dinheiro que foi para as cuecas petistas tivesse saído do bolso de Brant, ou de Azeredo, tudo bem. Da mesma forma, se os jabaculês do PSDB e do PFL viessem da caixa do Delúbio, tudo se resumiria a uma ação entre amigos. O problema é que todo esse dinheiro, até o último centavo, tem uma só origem: a bolsa da choldra, e ela paga impostos europeus por serviços africanos.
Lula, Brant e Azeredo poderiam percorrer o Brasil como uma trinca caipira, explicando as virtudes políticas de seus partidos e as semelhanças financeiras de seus costumes. ELIO GASPARI é jornalista.
Servido pelo Feio às
20:39
Viva eu! Aí q fui a um congresso esse fim de semana. Até q foi legalzinho, já fui a melhores, mas esse tb foi 10... teve reunião, gincanas, esporte... inda mais q ganhei até troféu! Cuma? Não, não, não, minha cara leitora, não foi troféu de vôlei ou de futsal, foi o Troféu Pé-de-Cana, por ter a conta mais estratosférica do bar do evento. Me poupem, né? Tenho uma má reputação a zelar...
Servido pelo Feio às
09:34
Segunda-feira, Julho 25, 2005
Parabéns Aniversário desse camaradinha aqui... show de bola. Segue uma música dele, pra alegrar o dia e tentar reativar isso aqui.
Falso Amor Sincero Nelson Sargento
O nosso amor é tão bonito Ela finge que me ama E eu finjo que acredito
O nosso falso amor é tão sincero Isso me faz bem feliz Ela faz tudo que eu quero Eu faço tudo o que ela diz
Aqueles que se amam de verdade Invejam a nossa felicidade
Servido pelo Feio às
22:19
Quinta-feira, Julho 21, 2005
Enquadra!!! Enquadra!!! Era só o q me faltava... vaquinhas verdes!
Servido pelo Feio às
01:10
Terça-feira, Julho 19, 2005
Leio os jornais, vejo o noticiário... aí fico pensando... pq é q me chamam de maluco quando digo q sou anarquista? Deviam me chamar é de sem-vergonha, de tanta gente q me copia e eu num me emputeço
Servido pelo Feio às
12:30
Friozinho da porra... Num tá nem dando vontade de postar... Acho q meu neurônio congelou
Servido pelo Feio às
12:26
Quinta-feira, Julho 14, 2005
Feinho, Feinho... sua santa mãezinha num cansou de dizer q acordar de ressaca em plena quinta-feira é muito feio?
Servido pelo Feio às
14:04
Terça-feira, Julho 12, 2005
Recebi isso por e-mail e não resisti a partilhar com vcs, tou rindo até agora
O CRIME DA MALA
Segundo Roberto Jefferson, o mensalão do PT era transportado em malas. Primeira questão: você transportaria uma alta quantia de dinheiro em uma mala enorme, com todo o ar de coisa suspeita? Numa discreta valise de executivo, talvez. Uma destas valises mede 40cm de largura por 35cm de comprimento, tendo em torno de 5cm de fundura. Uma nota de 50 ou 100 reais tem 12cm X 6cm, logo, uma valise comportaria com segurança quatorze maços de quinhentas notas o que equivale a sete mil notas. Ainda, segundo Roberto Jefferson, o mensalão era de trinta mil reais, o que em notas de cem daria um paco de trezentas notas de cem. Levando-se em conta que esse dinheiro não poderia ser depositado em conta corrente, o jeito era levar pra casa e ir gastando. Você já tentou trocar uma nota de cem? Bem, trocar trezentas notas de cem não deve ser fácil , mesmo para um deputado. Então vamos supor que o mensalão fosse pago em notas de cinqüenta. Jefferson disse que a bancada do PP, que é composta de 53 deputados, e a do PL, com 55, recebiam o mensalão de 30 mil reais. O que dá um total de 108 mensalistas, recebendo a quantia de três milhões, duzentos e quarenta mil reais por mês, o que em notas de 50 equivale a 64.880 notas, que seriam então transportadas em nove malas, já que cada mala carrega sete mil notas. As malas iriam então com trezentos e cinqüenta mil reais, ou seja dez deputados e 1/6 de um. Como não existe alguém 1/6 corrupto, vamos assumir dez malas, para juntar numa mais vazia os pedaços de corruptos que sobram. Ainda segundo Jefferson, o pagamento aos dirigentes de partidos era feito numa sala ao lado da sala do Chefe da Casa Civil, em pleno Palácio de Governo, por Delúbio Soares, que não ocupava cargo nenhum no mesmo Governo. Delúbio levaria todo os meses dez malas para dentro do Palácio, para entregar a dirigentes de partidos. Tudo isso discretamente, sem chamar a atenção de ninguém. Delúbio só tem duas mãos. Também não seria muito simples entrar no Palácio com alguns carregadores ou com um daqueles carrinhos de aeroporto, logo, ele poderia transportar - no máximo- duas malas, o que já seria muito suspeito. Alguém anda por aí com uma mala de executivo em cada uma das mãos, sem que ninguém repare? Delúbio teria de entrar então, discretamente. Com uma mala de cada vez. O que daria dez viagens num mesmo dia. Impossível passar desapercebido. Então, vamos imaginar que os deputados aceitassem receber em dias diferentes. Quão generoso deve ser o que ficou com a última remessa. Mas, vamos em frente. Seriam dez visitas ao Palácio por mês, sempre se encontrando com os dirigentes do PL e do PP. Tudo isso, no maior sigilo. A semana tem cinco dias úteis, o que obrigaria Delúbio a ir diariamente ao Planalto por duas semanas consecutivas, todos os meses do ano, sem levantar suspeitas. Mas, como se sabe que a semana de Brasília tem apenas três dias, isso se estenderia por mais uma semana. Três semanas no mês, o tesoureiro do PT, que não tinha cargo no Governo, entrando com uma mala e encontrando-se com dirigentes de partidos da base aliada, que também deviam portar malas. Claro! Se o cara entra na sala delubiana sem mala e sai com uma , é um mico de proporções assustadoras. Além do que, esta operação implicaria na compra de dez malas iguais por mês, a um custo de aproximadamente mil reais cada uma. Um terço de mensalão, só em mala. E de onde viria tanto dinheiro? Segundo Karina Sommagio das empresas de Marcos Valério, um corruptor tão ingênuo que deixa seu Office-boy, que deve ganhar menos de quinhentas pratas ao mês, sacar em dinheiro das contas da empresa um milhão de reais e vir tranquilão, com três valises, ou uma grande mala pelas ruas de Belo Horizonte, uma cidade sem nenhuma violência e com os Office-boys mais honestos do mundo, pois, embora trabalhem para corruptores de deputados, jamais pensaram em sacanear seus patrões e fugir com a grana direto pro Aeroporto da Pampulha, morrendo de rir do babaca do patrão que não pode nem dar queixa à polícia. Senhores, essa história tem mais furos do que queijo suíço e só há uma explicação para a imprensa não ter parado para fazer essa conta: jornalistas não sabem matemática. Por isso, prestaram vestibular para Comunicação Social.
Servido pelo Feio às
07:05
Sexta-feira, Julho 08, 2005
E na eletrola do Boteco Dorme em Paz Ludov
Dorme em paz, já é madrugada Não dê ouvidos aos ruídos, essa falta de ar Meu amor, não pense mais em nada Feche os olhos e as janelas, Deixe o sono te levar pelo escuro Ser donzela ou matar mil dragões Ter cautela ou seguir furacões Deixa o sono te levar Deixa eu te ninar Dedilhar os teus cabelos Teus pesadelos vão terminar Já é tarde pra mais uma rodada Seus problemas e dilemas não estão mais aqui Tanto faz ser vítima ou culpada Abra os olhos e as janelas Deixe o sol te iluminar Deixe tudo pra lá Se teus sonhos vêm na contramão Se teus monstros vêem na escuridão Deixa o sol te iluminar Deixa eu te ninar Deixa eu perder meus dedos nos teus cabelos Teus pesadelos vão terminar Fala a verdade, por favor Diz que é mentira esse rumor Que você vive sofrendo Que você anda morrendo de pavor Fala a verdade Diz que é mentira Que você vive sofrendo Que você anda morrendo por amor Fala a verdade
Servido pelo Feio às
11:45
Quinta-feira, Julho 07, 2005
Depois desse tal de Marcos Valério, a galera vai começar a ver q o PT "deu mole pra Kojak.

Servido pelo Feio às
10:49
Quarta-feira, Julho 06, 2005
A quem interessar possa... Tem um bambolê de otário na minha mão direita... Ai carajos... acho q virei um camarada sério.... q meda!
Servido pelo Feio às
12:15
Segunda-feira, Julho 04, 2005
Eu sou um carro a álcool Não, minha cara leitora, esse não é um post sobre minhas características etílicas. Apesar de alguns amigos (na verdade, quase a totalidade deles) insistir em alardear aos quatro ventos q sou "movido a mardita" o parangolé aqui é outro. Uma das minhas recordações de infância é a de meus pais pedindo q eu fosse até a garagem, e enquanto eles tomassem o café da manhã, eu ligasse o carro, um Passat a álcool, pra ele ir "aquecendo". Quem tem uma certa memória automobilística lembra q o Passat era um carrinho muito do bacana, ali pelos 80. O que essa reminiscência infantil tem a ver com o post? Minha cara e apressada leitora, o fato de eu não estar escrevendo de forma mais assídua no blog não dá o direito a vossa distinta pessoa de querer q eu seja mais lépido, entonces, senta a digníssima buzanfa na cadeira e espere q eu termine o meu relato, sim? Mas, onde estávamos mesmo? Ahhh sim... já me lembrei, no carro a álcool. Pois é, pq eu sou igualzinho áquele Passatinho de priscas eras. Acordo de manhã normalmente às 9, quando o sol já ilumina o mundo de forma fulminante e fulgurante e minha cama já parece uma chapa de x-tudo a um real de tão quente (o local de meu repouso fica embaixo da janela, sol da manhã, indevassável e muito bem arejado, disse o corretor, uns anos atrás). Aí eu acordo, pronto pro dia, animadão, mau q nem pica-pau e cruel q nem Gargamel. Mas se acordo antes das 8, malandro... acordo numa friaca de bater queixo, não importa se inverno ou verão, acordo com frio. Demoro aí, hora, hora e meia pra atingir minha temperatura normal. Alguma leitora, q, porventura, venha a esbarrar comigo na vida pessoal (ó dó da coitada), lembre-se de encostar em minha epiderme (sem segundas intenções, já q agora sou moço sério) e verá q tenho uma temperatura corporal das mais agradáveis (uma amiga, dessas de língua ferina e humor mordaz, costuma dizer q é por conta de minhas últimas temporadas no inferno, purgando meus pecados, pecadinhos e pecadões). Pois então, após todas essas explicações, reitero, sou tal qual o antigo Passat a álcool da família, custa a esquentar, mas depois de quente, o bicho pega.
Servido pelo Feio às
10:28
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